Eis a cena que se repete a cada novo trabalho: chega o nosso tão estimado aluno com um trabalho digitado, algumas vezes impecável, outras nem tanto, mas na hora da impressão ele nem se dá conta que algumas palavras estão destacadas em azul e/ou sublinhadas (no caso, hipertextos); há erros de digitação grotescos; há informações, no mínimo, duvidosas e nenhuma menção ao autor daquilo que está escrito e que ele, o aluno, entregou ao professor como se fosse realmente resultado de seus estudos e seus esforços. Ta aí explicado o já famoso CTRL V + CTRL C, o copiar e colar. É correto isso? Você pode estar se perguntado: “O que? O professor aceitar ou aluno entregar?” ambas as situações estariam incorretas, mas no caso do professor, geralmente isso só é identificado depois, na hora da correção, e aí então ele decide se aceita ou não o trabalho. Já o aluno está muito mais errado, pois ele não estará enganando somente ao seu professor, mas principalmente, a si próprio.
A pesquisa em internet para trabalhos escolares é útil e de extremo valor, porém deve ser feita realmente como pesquisa, ou seja, com rigor, critério, cuidado e principalmente, revisão. Além disso, a pesquisa em internet também exige a devida identificação da fonte, isto é, do(s) site(s) cujo conteúdo foi extraído total ou parcialmente. Isto se deve, principalmente, pelo fato de ela, a internet, como bem colocado em um fórum de discussão do curso da e-proinfo ser, “a grande fonte de controvérsia dos tempos modernos, capaz de agir, simultaneamente, tanto para o bem quanto para o mal...”.
Para fazer um bom uso da internet para pesquisas, principalmente acadêmicas, é necessário um mínimo de conhecimento sobre o funcionamento da mesma. Clicando aqui você terá acesso a um site que traz dicas e informações muito boas sobre a internet e, principalmente, sobre sistemas e ferramentas de busca. O texto do site é assinado por Gevilacio Aguiar Coêlho de Moura, e o autor, entre outras coisas, diz que “a web é a entidade mais desorganizada e caótica do planeta. As normas e leis que vigem na web se resumem a padrões de linguagem, de protocolos de comunicação, de registro de domínios. Coisas meramente técnicas. Aos mais desavisados, a web parece uma imensa livraria completamente desorganizada. Mas é muito pior”. Porém, para ele, ainda assim, “é possível achar as informações que se procuram, desde que, evidentemente, elas estejam por lá”.
E como chegar a estas informações? Através das chamadas ferramentas de busca, que se encontram aos montes na internet, algumas bem conhecidas, outras nem tanto, assim como algumas bem eficientes e outras que nunca localizam aquilo que efetivamente estamos procurando. Pode até parecer estar procurando uma agulha no palheiro, mas os mecanismos de busca da internet estão disponíveis para ajudá-lo a concentrar a sua busca e achar exatamente o que você procura. Há que se fazer aqui um esclarecimento importante: estes sites, como o próprio nome já diz, são ferramentas de busca, portanto, caso você os utilize para chegar àquilo que você procura, não cabe colocá-los como fonte de referência bibliográfica, pois eles foram apenas o meio pelo qual você chegou ao site, ou seja, ele lhe forneceu algumas sugestões de endereços eletrônicos chamados URL (do inglês Uniform Resource Locator) e você clicou e escolheu aquele que estava dentro daquilo que você realmente queria.
Outra dica importante é sobre buscas feitas na já mundialmente conhecida Wikipedia. Segundo informações da colega Patrícia Penna, também exposta num fórum de discussão da e-proinfo, “a Wikipedia, celebrada mundialmente como a ferramenta que democratizou o saber e que está sendo construída por milhares de pessoas de todos os continentes, não é fonte consolidada e passível de utilização em trabalhos acadêmicos; seus erros e imprecisões fazem com que ela não tenha a acuidade e a fundamentação quanto aos dados que apresenta. Por outro lado, os sites de instituições como o IBGE, o MEC, o IPEA ou a Fundação Getúlio Vargas, as informações disponibilizadas a partir de publicações científicas on-line (que podem ser pesquisadas, por exemplo, pelo Scielo ou através do site Periódicos – ligado ao Capes), as bases de dados de jornais e revistas que possuem credibilidade institucional ou portais e sites ligados a empreendimentos educacionais e de pesquisa (como as universidades e seus bancos de dados, ou o próprio e-proinfo) – podem ser utilizados como referências em projetos, trabalhos e produções em geral”.
Neste link você encontra informações sobre busca e links de sites especializados em buscar aquilo que você procura. Fique ligado, pois, saber como procurar de forma efetiva na web é uma das habilidades mais valiosas que você pode ter, por isso, você deve conhecer e confiar nos sites de busca que você utiliza.
A pesquisa em internet para trabalhos escolares é útil e de extremo valor, porém deve ser feita realmente como pesquisa, ou seja, com rigor, critério, cuidado e principalmente, revisão. Além disso, a pesquisa em internet também exige a devida identificação da fonte, isto é, do(s) site(s) cujo conteúdo foi extraído total ou parcialmente. Isto se deve, principalmente, pelo fato de ela, a internet, como bem colocado em um fórum de discussão do curso da e-proinfo ser, “a grande fonte de controvérsia dos tempos modernos, capaz de agir, simultaneamente, tanto para o bem quanto para o mal...”.
Para fazer um bom uso da internet para pesquisas, principalmente acadêmicas, é necessário um mínimo de conhecimento sobre o funcionamento da mesma. Clicando aqui você terá acesso a um site que traz dicas e informações muito boas sobre a internet e, principalmente, sobre sistemas e ferramentas de busca. O texto do site é assinado por Gevilacio Aguiar Coêlho de Moura, e o autor, entre outras coisas, diz que “a web é a entidade mais desorganizada e caótica do planeta. As normas e leis que vigem na web se resumem a padrões de linguagem, de protocolos de comunicação, de registro de domínios. Coisas meramente técnicas. Aos mais desavisados, a web parece uma imensa livraria completamente desorganizada. Mas é muito pior”. Porém, para ele, ainda assim, “é possível achar as informações que se procuram, desde que, evidentemente, elas estejam por lá”.
E como chegar a estas informações? Através das chamadas ferramentas de busca, que se encontram aos montes na internet, algumas bem conhecidas, outras nem tanto, assim como algumas bem eficientes e outras que nunca localizam aquilo que efetivamente estamos procurando. Pode até parecer estar procurando uma agulha no palheiro, mas os mecanismos de busca da internet estão disponíveis para ajudá-lo a concentrar a sua busca e achar exatamente o que você procura. Há que se fazer aqui um esclarecimento importante: estes sites, como o próprio nome já diz, são ferramentas de busca, portanto, caso você os utilize para chegar àquilo que você procura, não cabe colocá-los como fonte de referência bibliográfica, pois eles foram apenas o meio pelo qual você chegou ao site, ou seja, ele lhe forneceu algumas sugestões de endereços eletrônicos chamados URL (do inglês Uniform Resource Locator) e você clicou e escolheu aquele que estava dentro daquilo que você realmente queria.
Outra dica importante é sobre buscas feitas na já mundialmente conhecida Wikipedia. Segundo informações da colega Patrícia Penna, também exposta num fórum de discussão da e-proinfo, “a Wikipedia, celebrada mundialmente como a ferramenta que democratizou o saber e que está sendo construída por milhares de pessoas de todos os continentes, não é fonte consolidada e passível de utilização em trabalhos acadêmicos; seus erros e imprecisões fazem com que ela não tenha a acuidade e a fundamentação quanto aos dados que apresenta. Por outro lado, os sites de instituições como o IBGE, o MEC, o IPEA ou a Fundação Getúlio Vargas, as informações disponibilizadas a partir de publicações científicas on-line (que podem ser pesquisadas, por exemplo, pelo Scielo ou através do site Periódicos – ligado ao Capes), as bases de dados de jornais e revistas que possuem credibilidade institucional ou portais e sites ligados a empreendimentos educacionais e de pesquisa (como as universidades e seus bancos de dados, ou o próprio e-proinfo) – podem ser utilizados como referências em projetos, trabalhos e produções em geral”.
Neste link você encontra informações sobre busca e links de sites especializados em buscar aquilo que você procura. Fique ligado, pois, saber como procurar de forma efetiva na web é uma das habilidades mais valiosas que você pode ter, por isso, você deve conhecer e confiar nos sites de busca que você utiliza.
Relação ética com o conhecimento produzido por outros autores
Da mesma forma que é de extrema importância saber buscar e filtrar as informações pertinentes à sua pesquisa na internet é também necessário dar a referência dos dados e informações coletadas. Mas afinal, o que é isso? Porque isso? Vamos por partes:
Referência "é conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite a sua identificação individual". (NBR 6023, 2002, p. 2)..
Nota: "Constitui uma lista ordenada dos documentos efetivamente citados no texto. Não devem ser referenciados documentos que não citados no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico não citado, deve-se fazer uma lista própria após a lista de referências sob o título: Bibliografia recomendada." (NBR 10719, 1989, p. 13).
A referência deve ser feita para dar o devido crédito ao verdadeiro autor daquilo que você reescreveu, parcial ou integralmente; ou daquilo que você se baseou para escrever, formular ou aprofundar sua pesquisa acadêmica. Existem diversos sites que tratam do assunto “Referências Bibliográficas”, a grande maioria baseando-se nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT.
Sempre que você se utilizar de outras fontes para formular e escrever seus trabalhos, não se esqueça de citá-las ao final do mesmo. Agindo assim, você estará dando os créditos aos autores que tanto ajudaram em sua pesquisa e, com certeza, estará ganhando créditos com seu professor.
Referências Bibliográficas:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e Documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.
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